• quarta-feira , 26 abril 2017

Sem rumo

MARCO SALTINI MAN

Marco Saltini, diretor de Relações Governamentais e Institucionais da MAN Latin America

Antes, eram dez entidades discutindo o projeto para renovação da frota de caminhões. Agora, são dezenove, incluindo automóveis, e nada muda. Aquilo que poderia ser uma saída de bom senso, minimizando a crise de vendas de veículos, não deve sair da gaveta tão cedo, se é que vai sair algum dia.

Ojetivos são os de sempre, preservar o meio ambiente e melhorar o fluxo urbano. Quem sucateasse o veículo antigo, ganharia um bônus para comprar um novo, ou menos velho. Pelos estudos das entidades, o Governo deveria trocar os gastos em saúde do trânsito pelo estímulo à renovação de frota. A necessária receita viria do DPVAT.

Para um país que gasta R$ 5 bilhões com acidentados no trânsito, que ocupam 63% dos leitos de emergências e representaram, em 2015, mais de 44 mil óbitos, a resposta seria natural. Mas não no Brasil.

Posts Relacionados