Petrobras quer aliança estratégica com a BP

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Documento prevê cooperação nas áreas de exploração & produção, refino, transporte e comercialização de gás, GNL, trading de petróleo, lubrificantes e combustível de aviação

Da redação

A Petrobras assinou uma carta de intenções (LOI) com a BP para identificar e avaliar conjuntamente oportunidades de negócio, envolvendo ativos ou empreendimentos no Brasil e no exterior. O documento prevê cooperação nas áreas de exploração & produção, refino, transporte e comercialização de gás, GNL, trading de petróleo, lubrificantes, combustível de aviação, geração e distribuição de energia, renováveis, tecnologia e iniciativas de baixa emissão de carbono, visando o desenvolvimento de uma potencial aliança estratégica entre as companhias.

A LOI foi assinada em Londres, em 18 de outubro de 2017, pelo diretor executivo de Refino e Gás Natural da Petrobras, Jorge Celestino, e pelo Presidente de Upstream da BP, Bernard Looney.

Como um importante passo, as empresas participaram juntas da terceira rodada de licitação da ANP sob o regime de partilha de produção, tendo adquirido direitos de exploração e produção para o bloco Alto de Cabo Frio Central, em um consórcio 50%-50%; e para o bloco Peroba, juntamente com a CNODC, subsidiária da CNPC, em um consórcio 40% Petrobras, 40% BP e 20% CNODC.

Petrobras e a CNPC também assinaram, em 4 de julho de 2017, um Memorando de Entendimento com o objetivo de formar uma aliança estratégica abrangente.

Para a Petrobras, a realização de parcerias é uma estratégia importante do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021. As parcerias estratégicas têm como benefícios potenciais o compartilhamento de riscos, o aumento da capacidade de investimentos na cadeia de óleo e gás, o intercâmbio tecnológico e o fortalecimento da governança corporativa.