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Cliente Volvo tem casa própria

Grupo Volvo monta em Curitiba seu maior centro receptivo de clientes no mundo

por Roberto Queiroz, de Curitiba, PR

Casa do Cliente

Casa do Cliente, em Curitiba (PR).

Ao custo de impressionantes US$ 15 milhões, a Volvo Caminhões montou em oito meses, dentro da fábrica, em Curitiba, PR, sua Casa do Cliente, o maior e mais aparelhado centro receptivo de clientes da marca em todo o mundo, e disponível para todos os braços do grupo, como Volvo Bus e Volvo Construction Equipment. O espaço inclui arena com arquibancada, pavilhão com salas modulares no estilo Fenatran para atendimento individual, sala para 60 pessoas e um salão multiuso para 800 pessoas, que pode ser transformado em refeitório ou auditório. O que há de mais próximo ao padrão de Curitiba é um centro receptivo em Gotemburgo e outro nos Estados Unidos, específico da VCE.

O espaço receptivo ainda oferece duas pistas para test-drive, de 2 km cada, um de características rodoviárias e outro tipicamente off-road.  Na retaguarda, a Casa tem ainda uma cozinha industrial, vestiários e um centro de treinamento com box oficina, com 6 estações de serviço. Daniel Homem de Mello, gerente de Marketing Caminhões, responsável pelo espaço, comenta que “a Volvo recebe muitos convidados do Brasil, América Latina e até do mundo. O padrão de 10 mil visitas/ano será rapidamente duplicado já no primeiro ano.”

O público que trabalha com caminhões tem grande interesse pelo processo produtivo, razão pela qual esse espaço teria de ficar próximo à linha de montagem. Os custos de deslocamento dos visitantes são normalmente debitados à fábrica, mas também ao dealer. “A inspiração veio do centro em Gotemburgo, mas a estrutura brasileira acabou saindo muito maior e mais complexa”, comenta Mello.

O show de abertura da programação de lançamento da nova linha F exigiu a presença de 400 pessoas, entre técnicos, bailarinos e pessoal de apoio. Só para o show foram 150 pessoas. “Imaginem 400 pessoas interagindo na rotina da fábrica. Deu gargalo na produção de crachás”, prossegue Mello, lembrando que foram 3 meses de ensaios, que se tornaram diários no último mês.

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