MAN faz ajustes severos para superar crise e voltar a crescer

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Campanha MAN Vire a Chave
Roberto Cortes
Presidente e CEO da MAN Latin America, fala sobre planos da empresa para superar crise

O retorno ao crescimento não tem data marcada, mas com certeza vai ocorrer. Sob essa ótica Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin América, apresentou esta semana a jornalistas do setor a visão da empresa para superar os problemas macro-político-econômicos que o Brasil enfrenta hoje, e voltar a crescer. O lema que a empresa escolheu para ´inaugurar` essa nova era de espera para o crescimento é, muito adequadamente, “Vire a Chave”.

A campanha é ampla e irrestrita, abrangendo todos os setores. Com ênfase no otimismo, abarca desde colaboradores e rede de concessionários até importadores, fornecedores e clientes. Os ajustes acontecem exatamente no ano em que a empresa comemora 35 anos de existência e 20 anos de sua fábrica em Resende, RJ.

Campanha Vire a Chave
Campanha Vire a Chave abrange concessionárias, fornecedores e clientes

“O momento é grave. A indústria de caminhões e ônibus vive a pior crise de vendas das últimas décadas. Os volumes retrocederam aos do século passado e o mercado brasileiro encolheu em 70% desde 2011. Por isso estamos promovendo esse amplo leque de ajustes, fundamentais para superar este momento, envolvendo todos nossos parceiros de negócios, para literalmente ´virarmos a chave` e retomar o crescimento”, disse Cortes na coletiva.

A meta continua sendo oferecer produtos sob medida a mais de 30 países da América Latina e África. No Brasil, a busca por negócios foi intensificada através de novas ferramentas como o Leasing Operacional –que já registra mais de 100 intenções de compra da linha MAN TGX–, produtos vocacionais e sob medida, além de mais foco no agronegócio, que acena com boas demandas tendo em vista as boas safras esperadas para este ano. Lá fora, Nigéria, Angola e México também apresentam demanda potencial. (Ricardo Panessa)

MAN Latin America
Montadora segue investindo aporte de 1 bilhão iniciado em 2012; R$ 400 milhões ainda serão investidos até 2017