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DAF bem armada na Fenatran 2015

DAF CF85

Público poderá conhecer o novo DAF CF85 na Fenatran.

Em seu estande na Fenatran 2015 (Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas), a DAF apresenta ao público o pesado CF85, prometido pela montadora desde a sua chegada ao Brasil para este ano, confirmando o cronograma de seu planejamento. O caminhão atende aos mercados de curtas e médias distâncias do transporte rodoviário de cargas.

Sobre o extrapesado XF105, a montadora apresenta o modelo 2016, com mais opções de distâncias de entre eixos e novos opcionais de conforto e segurança. “Esta edição da Fenatran é a prova da nossa constante evolução no mercado nacional. Em 2011, anunciamos a nossa chegada e a construção de uma fábrica no Brasil. Em 2013, mostramos a planta Paranaense concluída e o primeiro modelo produzido localmente, o XF105. Neste ano, estamos lançando o CF85, apresentando o modelo 2016 do XF105 e nacionalizando a produção dos motores MX. A DAF está na contramão do mercado, em constante crescimento, ampliando a oferta de produto e, consequentemente, aumentando o seu market share”, afirma Michael Kuester, presidente da DAF Caminhões Brasil.

DAF XF105

Nova cabine Super Space Cab, pintada em preto, do XF105 é um dos destaques da Fenatran.

Propulsores – A fábrica de Ponta Grossa (PR) recebeu R$ 60 milhões em investimentos para a nova linha de montagem de motores. Na prática, o bloco dos motores dos caminhões brasileiros era estampado pela empresa Usiminas e exportados para a Holanda, aonde eram montados e devolvidos para a DAF Caminhões do Brasil. Agora, o motor passa a ser fabricado integralmente na planta paranaense. Porém, o índice de nacionalização dos propulsores Paccar MX ainda não foi informado pela montadora.

Atualmente, a montadora trabalha com as seguintes potências de motores: 360 cv, 410 cv, 460 cv e 510 cv na unidade de Ponta Grossa. A linha está localizada no mesmo prédio onde são fabricados os XF105. “A estratégia de localizar a linha de motores vai agilizar o processo produtivo, reduzir custos e aumentar o índice de nacionalização, estimulando o desenvolvimento de fornecedores locais. Estamos cumprindo nosso planejamento dentro dos prazos estipulados e nos tornando cada vez mais fortes para crescer no mercado nacional”, acrescenta Kuester.

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